Qual a nossa missão?

Temos como missão combater o abandono de animais de estimação em Portugal atuando contra as suas causas, providenciando apoio a famílias carenciadas e pessoas sem abrigo com animais de estimação, bem como associações de proteção animal.

 

Na missão de combater o abandono de animais de estimação em Portugal, um dos principais objectivos da Animalife consiste em ajudar Famílias Carenciadas com animais de estimação.

 



Ler mais sobre Apoio a Famílias

Uma equipa de voluntários da Animalife acompanha as instituições que ajudam Pessoas Sem Abrigo fazendo uma análise das necessidades dos animais que encontra nas rondas nocturnas, distruibuindo alimentos e outros bens.
 



Ler mais sobre Apoio a Pessoas Sem Abrigo

A Animalife tem por finalidade a melhoria da qualidade de vida dos animais que estão a cargo de Associações e Grupos de Apoio Animal, promovendo a vacinação, desparasitação e esterilização dos animais que têm a cargo.



Ler mais sobre Apoio a Associações

Donativo

A Animalife tem sido uma ajuda essencial para centenas de Famílias Carenciadas, Pessoas Sem Abrigo e Associações de Proteção Animal. 
Alimentamos, vacinamos, esterilizamos e desparasitamos mais de 2300 animais inscritos nos Programas de Apoio e para isso dependemos exclusivamente de contribuições voluntárias. 
Ajude-nos a ajudar!

10€/mês


Custo médio para dar apoio a um animal de uma Pessoa Sem Abrigo. Para alimentar, vacinar, identificar eletronicamente (microchip), esterilizar e desparasitar interna e externamente este animal.

27€/mês


Custo médio para dar apoio a quatro animais de uma Família Carenciada. Para alimentar, vacinar, identificar eletronicamente (microchip), esterilizar e desparasitar interna e externamente estes animais.

83€/mês


Custo médio para dar apoio a 120 animais a cargo de Associações de Proteção Animal. Para vacinar e desparasitar interna e externamente estes animais.

Últimas no Facebook

A tragédia dos incêndios que assolaram o nosso país não foi indiferente a ninguém e vimos uma onda de solidariedade como nunca antes.

A Animalife não ficou indiferente e prontamente disponibilizamo-nos para ajudar quem mais precisava.

Fizemos chegar, em três momentos, ajuda para as áreas mais afectadas e das pessoas mais isoladas, através de pequenos grupos que tiveram acção directa no terreno.
Aos responsáveis que foram a ponte entre nós e todos aqueles que mais precisavam agradecemos do fundo do coração o vosso gesto e preocupação por estas pessoas e pelos animais.

Patrícia, responsável por uma Associação de protecção animal e ligada a acções humanitárias levou os primeiros bens aquando do grande incêndio de Pedrógão Grande.
“B”, estudante de veterinária cuja visão eram os bens necessários para o socorro e tratamento de queimaduras e complicações associadas à inalação de fumos, como a hipotermia, em conjunto com alguns colegas fizeram chegar ao local o material, por altura dos últimos incêndios.
Raquel e Nuno, que conhecem também a ligação existente entre as pessoas e os seus animais de pecuária e de companhia, fizeram o transporte dos bens para ajudar as vitimas mais recentes desta tragédia.

“Se volto tranquila, nem pensar! Foi uma experiência extremamente dura. Há pessoas sem casa de primeira habitação que precisavam de receber coisas, mas não têm onde colocar, há pessoas que ficaram com a visão afectada na tentativa de salvar as suas coisas, outras perderam a esperança – ‘como e para quê recomeçar aos 70 anos?’ Cada vez que me lembro, vêm-me as lágrimas aos olhos. É angustiante ver o olhar das pessoas quando recordam aquele domingo, é angustiante ver animais queimados.” – Testemunho emocionado de Raquel, que uma das pessoas a quem entregou vários donativos foi um senhor, que sozinho, cuida de mais de 100 animais, todos abandonados no concelho onde reside.

Como Raquel disse, e bem, “o que fizemos só foi possível com a ajuda de todos!”. Só mostra que juntos, conseguimos ajudar sempre mais alguém e mais animais. Só mostra que juntos, conseguimos melhorar um pouco a qualidade de vida dos animais e pessoas a quem os incêndios tirou tudo ou quase tudo.

Notícias